segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Distante

Estive longe daqui,
mas ainda dentro de sampa,
nem parecia na verdade,
no meu refugio,
o melhor lugar que já conheci,
lá rimos (temos uma facilidade incrivel),
jogamos (sinuca ganhemos^^),
choramos (emoção meu caro, emoção),
cantamos (sopranos, tenores, baixos e contraltos)...
mais cantamos do que choramos ou seria o contrario?
Confabulamos (um plano malvado rsrs).


Está manhã nada estava igual,
é uma segunda-feira "desigual",
expectativas diferentes,
divagações diferentes...
acho que isso chama-se esperança,
esperança de uma situação que eu já havia me conformado,
ah maldita imaginação!
Agora vou ter que tomar cuidado.

Não importa foi ótimo.

o céu de lá tinha um pôr-do-sol muito bonito

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Com quantos copos?

Eu havia previsto isso, era quase como um algum filme da sessão da tarde... Sempre a mesma historia. Eu quis estar ali, eu quis ser sociavel. Mas sabia que meu grau de despreendimento era limitado. Não se passou mais de vinte minutos para eu não conseguir mais estar fluindo junto com a conversa. Eu olhava para cada rosto que falava na sua vez ou não, mas nada dizia. Apenas sorria. em qualquer momento desses me aparee a velha pergunta... O que eu vim fazer aqui? Nem era meu habitat natural. Nem sabia chamar o garçom. Não gostava do gosto da cerveja. Não dizia coisas imbecis para parecer descolada. Não tinha nenhum amigo de longa data sentado na mesa para não parecer que estava ali apenas c ontrariando o que sabia que iria acontecer. "Fala alguma coisa" frase inquisitiva, de como se voce estivesse trazendo algum tipo de desconforto. Era algo qua a fazia travar mais. Ah teve que se render ao teor alcoolico pra deixar as coisas mais leves. Até conseguiu desenvolver algu mas gargalhadas em conjunto, parecia menos a margem. O estranho foi tentar levantar depois, as coisas não paravam de girar.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Orgulhosamente te neguei



Orgulhosamente eu consegui te negar, o convite era tentador apesar de eu saber que terminaria a noite da maneira mais frustrante que houvesse, já que não passava de um convite comum, de amigo pra amigo, nada alem disso, por mais que suas amigas colocassem fantasias na situação, era só um convite para uma "hora feliz" com os amigos dele, ia me sentir deslocada, se esforçaria para ser simpatica, mas em ocasiões assim geralmente não conseguia falar muita coisa, de qualquer forma parecia algo bem dificil negar-lhe o convite, em qualquer outro momento teria arrumado maneiras de ir ao seu encontro não pensando duas vezes de desmarcar seus compromissos. Naquele dia não, controlou seus instintos descabidos e com uma desculpa simpatica disse não.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Me alimentando de Migalhas


Fico ali, como uma pedinte.
Esperando as migalhas da sua atenção.
Me alegrando com a pergunta metodica
de todo inicio de dialogo "Tudo bem com voce?"
Como se voce realmente quisesse saber como
me sinto no momento.
E se eu dissesse não?
O que voce vai fazer a respeito?
Começariamos uma conversa não conclusiva,
com frases batidas de tão repetitivas,
o mesmo roteiro de sempre, as mesmas falas.
Voce teria um rompante de positividade
que não é comum na sua personalidade.
Mas nada que voce não teria dito ha qualquer outra pessoa.
As vezes tenho mais que migalhas,
seria por que justamente não teria outra
pessoa mais interessante para voce matar seu tempo?
Não importa, me farto da cota a mais de atenção
aproveito, já que não sei ate quando continua a fartura.
Me sinto bem e voce nem deve sentir peso na consciencia
quando derrepente volta pra epoca escassez,
de quando voce volta a me dizer apenas "oi", vez por outra...
Quase como uma obrigação, por que afinal
quando precisar de novo de ouvidos atentos,
eles estaram ali... Perto, esperando ancioso suas
migalhas, pra se alimentar.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Procurando estabilidade


Tenho um unico fio
Realmente já é alguma coisa
Mas vou deixar de esperar outras coisas
E valorizar o que tenho como um tesouro
Antes que eu desvalorize tudo que ganhei até aqui
E acabe com nada
O vazio de paredes sem fotografias
Sem registro históricos
De momentos felizes
Por que não passamos de momentos
Alguns mais longos que os outros
Mas nada além de momentos
No equilibrio das coisas
Quem conseguiria ser alegre o tempo todo?
Então chore comigo ou pelo menos
Enxugue minhas lágrimas
Olhe no espelho e me abrace
Pretendo estar por perto

sábado, 8 de novembro de 2008

Imensos sentimentos que cabem tão dentro de mim

Estive longe daqui,
mais ainda dentro de São Paulo,
nem parecia na verdade,
no meu refugio,
o melhor lugar que eu já conheci,
lá rimos (temos uma felicidade incrivelmente inesplicavel),
jogamos (sinuca e ganhamos^^),
choramos (emoção meu caro, emoção),
cantamos (sopranos, tenores, baixos e contraltos)...
Mais cantamos do que choramos ou seria o contrario?
Confabulamos (um plano malvado rs).

Foi um periodo maximo de 48 horas acredito,
desligamos de todos e tudo.

Esta manhã nada estava igual,
é uma segunda-feira "desigual",
expectativas diferentes
divagações diferentes,
euforia diferente...
Acho que isso chama-se esperança,
esperança de uma situação que eu
já havia me conformado,
ah maldita imaginação!
Agora vou ter de tomar cuidado.

Não importa, foi um fim de semana ótimo.

O céu de lá tinha um pôr-do-sol muito belo.

domingo, 2 de novembro de 2008

>>>>>>>>UM ANO DE BLOG!<<<<<<<<
agradecendo a atenção de todos

Velho lugar Novo




O lugar é como uma reprise,

daquelas que voce assiste milhares de vezes

e em cada vez percebe algo que te passou desapercebido antes


É um filme velho, renovado com frequencia

novas folhas, novas flores, nova grama

nova roupagem...


Me sinto bem ali,

consigo achar uma descoberta

em toda nova visita


Me tranquiliza e me acolhe,

me traz equilibrio mesmo que este

vá se perdendo pelo caminho

tudo é calmo e sereno

Mesmo as nuvens cinzas...